20 watts de energia por pessoa, foi o consumo capaz de contentar o homem durante milhares de anos.
Para que se saiba, este valor, equivale, hoje, a manter acesa 24 horas por dia, uma lâmpada de árvore de Natal.
1859 foi o ano que iniciou a diferença. Edwin Drake, na cidade de Titusville, Estado da Pensilvânia, Estados Unidos, furou o primeiro poço de petróleo e desde então o consumo descabido de energia por pessoa aumentou de uma forma exponencial.
Em décadas alcançamos o que não se conseguiu em séculos. 2 000 watts por pessoa.
O nosso problema vai ser viver sem a coisa negra. Prevê-se que dure 75 anos...mas será?
As empresas, as grandes claro, aquelas a que chamamos Multinacionais, querem impor o hidrogénio como a energia alternativa, as pequenas empresas, essas, tem de ir atrás, senão perdem o rasto da evolução. Mas será que o hidrogénio é o nosso futuro? Será esta energia capaz de substituir a matéria prima do plástico e de outras ligas derivadas do ouro negro?
Não me parece que o famoso e prometido salvador hidrogénio, consiga, de facto, resolver de uma forma definitiva a nossa dependência. Acredito até que seja antes uma necessidade das grandes firmas.
Não posso deixar de mencionar o motor magnético, que já testado e aplicado num veículo de duas rodas, não emite resíduos, não precisa de escape, não precisa de depósito, não provoca fricção e desgaste de peças...enfim...não gera lucro. Acho que disse tudo...aguardo a vossa opinião
http://br.youtube.com/watch?v=Etx7a6kjp7A - Link youtube, Motor Magnético



2 comentários:
Muito se fala por aí da coisa negra, ou da falta dela!
Para mim não há duvidas. A solução existe, falta é vontade monetária de a concretizar. Como quem manda é quem tem dinheiro, o nosso pobre País vai continuar a sofrer com as vontades dos mais Fortes. E neste caso, nem Luis Vaz de Camões seria capaz de narrar tamanha desgraça com tão sábias palavras com que escreveu os Lusiadas.
Essa da coisa negra.....seu maroto!
Enviar um comentário